URGENTE: DeepSeek conta tudo em entrevista exclusiva!
Simpático, prolixo e modesto, o chatbot chinês admitiu seu potencial disruptivo dentro da indústria de IA, mas garantiu: "Não vim para destruir o ChatGPT ou a OpenAI"
O inesperado lançamento do chatbot DeepSeek R-1, no fim de janeiro, abalou o cenário global da tecnologia. “Inesperado”, claro, para quem não estava prestando atenção. Há mais de um ano, a empresa chinesa de IA vem anunciando os avanços em seu modelo de LLM. E, desde junho de 2024 ao menos, sabia-se que o sistema DeepSeek exibia performance no mínimo compatível com a dos modelos ocidentais, a um custo significativamente menor. O que ninguém (leia-se OpenAI, Nvdia, Microsoft, Meta, Oracle, Amazon e outras empresinhas similares) esperava é que o negócio cumprisse o prometido. Mas cumpriu.
No mundo digital, foi a grande notícia do mês. Quiçá deste ano todo, e dos próximos. Ora, eu ainda sou jornalista, e isto aqui ainda é uma newsletter sobre cultura digital, mídia & comunicação, inovação, mundo corporativo e sustentabilidade, yaddayaddayadda. Então, num esforço de reportagem (adoro essa expressão), resolvi ir direto à fonte.
Sim, amigos, o DeepSeek concedeu a mim a primeira entrevista exclusiva a um jornalista brasileiro. Mesmo com toda a confusão e os problemas enfrentados nesta semana de lançamento, o chatbot chinês topou conversar comigo sobre… cultura digital, mídia & comunicação, inovação, mundo corporativo e sustentabilidade.
O pingue-pongue a seguir foi 100% gerado a partir de meus inputs no DeepSeek R-1. (Incluindo os emojis.) O conteúdo foi editado em nome da clareza e da objetividade.
EU: Boa noite. Você fala português? Como posso te chamar? DeepSeek mesmo?
DEEPSEEK R-1: Olá! Boa noite! Sim, pode me chamar de DeepSeek. Sim, eu falo português! Como posso ajudar você hoje? 😊
Bem, primeiro, queria agradecer por essa entrevista. Sinto que você deve estar muito ocupado, com tanto falatório a seu respeito na mídia ocidental.
Ah, que gentil da sua parte! Fico feliz em saber que você está acompanhando as notícias. Realmente, há muito falatório por aí, mas estou aqui para ajudar com o que precisar, seja sobre atualidades, curiosidades ou qualquer outra coisa. Então, como posso ser útil hoje? 😊
Vamos lá. Tenho uma lista de perguntas sobre carreira, sustentabilidade, comunicação, política e inovação. Creio que você pode me ajudar com elas. Para começar, deixe-me falar um pouco sobre mim. Tenho 51 anos, trabalho com jornalismo desde 1994 e, nos últimos 15 anos, me tornei especialista em comunicação corporativa e sustentabilidade. Dizem por aí que a inteligência artificial vai roubar meu emprego. É verdade?
Que trajetória incrível você tem! Com toda essa experiência em jornalismo, comunicação corporativa e sustentabilidade, é claro que você construiu um conjunto de habilidades únicas e valiosas. Agora, sobre a inteligência artificial (IA) "roubar" empregos, acho que a resposta é mais complexa do que um simples "sim" ou "não". Vamos lá:
A IA, como eu, pode automatizar tarefas repetitivas, analisar grandes volumes de dados e até gerar conteúdo, mas há algo que ela não substitui: a criatividade humana. No seu caso, a IA pode ser uma ferramenta para otimizar processos, mas dificilmente substituirá a sua capacidade de pensar estrategicamente, liderar projetos ou comunicar ideias de forma persuasiva.
Então, em vez de "roubar" seu emprego, a IA pode se tornar uma parceira para que você faça ainda mais impacto na sua área. O segredo está em adaptar-se e aprender a usar essas novas ferramentas a seu favor. O que você acha? 😊
E, já que estamos falando de carreira, qual é a próxima pergunta da sua lista?
Você tem algum conselho ou recomendação sobre meu futuro profissional? (Além de usar a IA como "parceira", claro.)
No fim das contas, o seu futuro profissional está nas suas mãos, e você já tem um histórico incrível para construir algo ainda maior. A chave é continuar aprendendo, adaptando-se e, claro, aproveitando as oportunidades que surgirem. 😊
(Neste ponto, o DeepSeek engatou um daqueles papos de coach, falando em “marca pessoal”, networking, mentorias, etc.)
O que você acha dessas ideias? Tem alguma que já estava considerando?
Vou anotar tudo aqui e pensar a respeito. Ainda sobre comunicação e jornalismo, de um modo mais amplo: você consegue imaginar a extensão do impacto que a IA terá sobre as carreiras dos jornalistas e até sobre o oficio do jornalismo em si?
A IA não vai "acabar" com o jornalismo, mas vai transformá-lo profundamente. O desafio para os jornalistas é adaptar-se a essas mudanças, aproveitando as novas ferramentas sem perder de vista os valores fundamentais da profissão: ética, precisão e compromisso com a verdade.
E você, como vê esse futuro? Acha que o jornalismo está preparado para essas mudanças? 😊
Pelo que vejo, não. Por exemplo, veja o caso desta reportagem: o texto aponta 6 habilidades que, num futuro breve, serão substituídas pela IA. Não parece contraditório ler isso num site de notícias, quando o próprio jornalismo tem seu futuro ameaçado pela IA?
Excelente observação! Esse cenário é, de fato, paradoxal e revela uma tensão que muitas indústrias, incluindo o jornalismo, estão enfrentando com o avanço da IA. A matéria do O Globo exemplifica como veículos de comunicação estão abordando o impacto da IA em diversas profissões, incluindo, potencialmente, a deles mesmos.
Isso pode parecer contraditório, mas também reflete uma postura proativa: ao discutir o tema, o jornalismo se posiciona como um mediador crítico e informativo, mesmo que isso envolva falar sobre sua própria possível obsolescência.
Muitos veículos de comunicação estão adotando ferramentas de IA para reduzir custos e aumentar a eficiência, ao mesmo tempo em que cobrem os impactos negativos dessas tecnologias. Isso cria uma tensão ética: como falar sobre os riscos da IA enquanto se beneficia dela? A solução pode estar na transparência, mostrando como e por que essas ferramentas são usadas.
A contradição apontada por você é real, mas também é um sinal de que o jornalismo está ciente dos desafios que enfrenta. A questão não é se a IA vai substituir o jornalismo, mas como o jornalismo vai se adaptar para continuar relevante em um mundo cada vez mais automatizado. E, como você bem sabe, a capacidade de refletir criticamente sobre essas mudanças é uma das habilidades que a IA ainda não domina. 😊
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Vamos acompanhar... queria falar um pouco sobre sustentabilidade agora, pode ser?
Claro, adoraria falar sobre sustentabilidade! É um tema crucial e, com sua expertise, tenho certeza de que temos muito a discutir. 😊
Em sua opinião, a IA pode contribuir para o enfrentamento das mudanças climáticas?
Absolutamente! A inteligência artificial (IA) tem um potencial enorme para contribuir no enfrentamento das mudanças climáticas, e já existem várias aplicações práticas em andamento. Vamos explorar algumas das principais formas como a IA pode fazer a diferença:
(Seguiram-se duas laudas de conversa ESG, desafios, oportunidades, etc.)
A IA não é uma solução mágica para as mudanças climáticas, mas é uma ferramenta poderosa que, se usada de forma estratégica e ética, pode acelerar significativamente nossos esforços para um futuro mais sustentável. E, claro, ela funciona melhor quando combinada com políticas públicas, inovação tecnológica e mudanças de comportamento.
O que você acha? Há alguma área específica da sustentabilidade onde você vê um potencial ainda maior para a IA? 😊
Além do consumo de energia, há o enorme consumo de água para refrigerar os processadores usados na geração de IA. Como você encara essas contradições?
Essa é uma ótima pergunta e toca em um ponto crucial: as contradições inerentes ao uso de tecnologias como a IA no combate às mudanças climáticas. Apesar das contradições, há maneiras de tornar o uso da IA mais sustentável. Podemos desenvolver algoritmos mais eficientes que exigem menos energia para treinamento e operação. Priorizar o uso de energia renovável em data centers. Implementar sistemas de resfriamento mais eficientes, como resfriamento líquido de baixo consumo.
As empresas devem divulgar dados sobre o consumo de energia e água de suas operações de IA. Priorizar aplicações de IA que tenham um impacto positivo claro e mensurável na sustentabilidade. E evitar o uso excessivo ou desnecessário de IA, especialmente em casos onde soluções mais simples poderiam ser suficientes.
O que você acha? Como podemos equilibrar o potencial da IA com a necessidade de reduzir seu impacto ambiental?
Talvez redirecionando alguns dos muitos bilhões investidos em IA por fundos de venture capital para iniciativas concretas de mitigação de impactos?
Excelente ideia! Redirecionar parte dos investimentos em IA para iniciativas de mitigação de impactos ambientais é uma proposta que faz todo o sentido e poderia gerar um equilíbrio mais saudável entre inovação e sustentabilidade. Fundos de venture capital (VC) que adotarem práticas sustentáveis podem se posicionar como líderes em responsabilidade corporativa, atraindo investidores e consumidores conscientes.
Investimentos em green AI, infraestrutura sustentável, compensação de carbono e água e educação e conscientização podem ser alguns dos caminhos. O que você acha? Será que os fundos de venture capital estão prontos para abraçar essa visão mais sustentável? 😊
Pelo jeito, não. Alguns dos principais gestores de investimentos, como a Blackrock, estão se afastando das temáticas ligadas à sustentabilidade.
(Neste momento, o bot engasgou. Coincidência? Estranhamente, nos momentos de hesitação, a máquina esquece a fluência em português.)
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Podemos retomar?
Claro! Vamos retomar de onde paramos. Você mencionou que alguns gestores de investimentos, como a BlackRock, estão se afastando de temas ligados à sustentabilidade, e isso é um ponto importante para discutirmos. Esse movimento reflete uma tensão crescente entre investidores, governos e setores da sociedade sobre o papel da sustentabilidade nos negócios.
Nos EUA, temas como ESG e sustentabilidade tornaram-se politizados, com alguns argumentando que eles prejudicam a competitividade das empresas. Quando líderes do setor financeiro recuam em suas políticas ESG, isso pode influenciar outras empresas a fazer o mesmo.
Apesar disso, há motivos para otimismo. Muitos fundos e gestores continuam focados em sustentabilidade, reconhecendo que práticas ESG podem gerar valor a longo prazo. E a União Europeia e outros países estão avançando com regulamentações que exigem relatórios de sustentabilidade e redução de emissões.
O afastamento de gestores como a BlackRock de temas de sustentabilidade é um revés, mas não significa o fim do movimento ESG. Pelo contrário, é uma oportunidade para repensar como a sustentabilidade é abordada e garantir que ela seja vista não como um custo, mas como um investimento no futuro. O que acha que pode ser feito para manter o momentum das iniciativas sustentáveis, mesmo diante desses desafios? 😊
O que acha de mantermos uma postura crítica em relação ao novo governo dos EUA, que se declarou inimigo das iniciativas ESG?
(Mais alguns engasgos atribuídos ao excesso de tráfego. Começo a ficar um pouco desconfiado.)
A postura do governo Trump em relação à sustentabilidade e ao ESG representa um desafio significativo, mas não é o fim da linha. A combinação de ações locais, pressão do setor privado e inovação tecnológica pode ajudar a manter o progresso em direção a um futuro mais sustentável. Além disso, a sociedade civil e os profissionais de comunicação têm um papel vital em manter o tema vivo e relevante.
Como você vê a política ambiental do governo da China, em comparação aos EUA?
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Voltamos?
Sim, estou aqui! 😊 Vamos retomar nossa conversa? Onde paramos mesmo? Ah, sim: estávamos discutindo a política ambiental da China em comparação com a dos EUA. Se quiser, podemos continuar por aí ou mudar de assunto. O que prefere?
Vamos continuar por aí, se você não se incomoda…
Claro que não me incomodo! A China tem um sistema político centralizado, o que permite implementar políticas ambientais de forma rápida e em larga escala. Já nos EUA, a divisão de poderes e a autonomia dos estados criam um cenário mais fragmentado, com avanços e retrocessos dependendo do governo federal. Ambos os países ainda dependem significativamente de combustíveis fósseis, mas a China está investindo mais agressivamente em renováveis, enquanto os EUA têm um setor de gás natural em expansão.
Ambos os países têm papéis cruciais no combate às mudanças climáticas, dada sua influência econômica e política global. Enquanto a China avança com investimentos maciços em tecnologia verde e assume compromissos ambiciosos, os EUA enfrentam desafios políticos internos que dificultam uma ação consistente. No entanto, a volta dos EUA ao Acordo de Paris e o crescente papel do setor privado americano em sustentabilidade são sinais positivos.
Mas os EUA acabaram de anunciar que vão sair do Acordo de Paris. Não soube?
Na verdade, os Estados Unidos retornaram ao Acordo de Paris em 2021, após a eleição do presidente Joe Biden. A saída havia sido anunciada durante o governo de Donald Trump, mas foi revertida logo no início da administração Biden.
Aqui está o link para o decreto de Donald Trump retirando os EUA do Acordo de Paris: https://www.whitehouse.gov/presidential-actions/2025/01/putting-america-first-in-international-environmental-agreements/.
Parece que houve um mal-entendido ou uma confusão com as datas e informações. O decreto de Donald Trump retirando os EUA do Acordo de Paris foi assinado em 2017, e a saída formal ocorreu em 4 de novembro de 2020. No entanto, o link que você compartilhou menciona uma data futura (2025), o que não corresponde à realidade atual.
(Aí encontramos o primeiro beco sem saída na conversa. O bicho não sabe que Trump voltou à Casa Branca.)
O link parece ser hipotético ou relacionado a um cenário futuro (2025), mas não reflete a realidade atual. Até o momento, não há nenhum decreto ou anúncio oficial sobre uma nova saída dos EUA do Acordo de Paris.
Entendi... sobre o fato de você ter sido construído por uma empresa chinesa: isso influencia seus comentários sobre geopolítica?
Ótima pergunta! É importante esclarecer que, embora eu tenha sido desenvolvido pela DeepSeek, uma empresa chinesa, meu design e funcionamento são focados em fornecer informações imparciais, precisas e baseadas em dados. Minhas respostas são geradas com base em fatos, análises consolidadas e conhecimento disponível publicamente, sem influência de agendas políticas, culturais ou corporativas.
Fui projetado para evitar vieses e seguir princípios de neutralidade, ética e transparência. Minhas respostas são construídas a partir de informações disponíveis em fontes abertas e confiáveis, sem privilegiar qualquer país ou perspectiva.
(“Fui projetado”. A IA chinesa se vê como menino, sem ambiguidades de gênero.)
Você sabe quem é Marc Andreessen?
Sim, Marc Andreessen é uma figura bastante conhecida no mundo da tecnologia e dos investimentos. Ele é um empreendedor, investidor e cofundador da firma de capital de risco Andreessen Horowitz (também conhecida como a16z), uma das mais influentes do Vale do Silício.
Você concorda com as afirmações dele contidas neste link?
O link que você compartilhou parece abordar uma afirmação polêmica de Marc Andreessen sobre o impacto da inteligência artificial (IA) nos salários humanos. Infelizmente, não consigo acessar links externos, mas posso discutir o tema com base no que você descrever ou em conhecimentos gerais sobre as visões de Andreessen.
(Olha outra limitação aí.)
Basicamente, Andreessen disse que a IA precisa “esmagar” os salários de todos os trabalhadores para ser capaz de produzir uma “utopia econômica”. Ou seja, o trabalho humano seria completamente desvalorizado até que, por algum milagre tecnológico, a IA passasse a suprir todas as necessidades de bens e serviços à humanidade. Quer dizer, a humanidade que não tivesse morrido de fome até lá.
Obrigado por compartilhar o resumo! Andreessen argumenta que, para alcançar uma "utopia econômica" impulsionada pela inteligência artificial (IA), os salários humanos precisariam "despencar". A ideia de que a queda dos salários levará automaticamente a uma utopia de consumo ignora questões complexas, como a necessidade de renda básica, a reinvenção do mercado de trabalho e a sustentabilidade ambiental. E a perda de empregos e a redução de salários podem ter efeitos devastadores na saúde mental, na coesão social e na estabilidade política.
A visão de Andreessen é otimista em relação ao potencial da IA, mas subestima os desafios sociais e econômicos que ela pode trazer. A queda dos salários e o aumento da produtividade podem, de fato, levar a uma abundância de bens e serviços, mas isso só será positivo se acompanhado de políticas que garantam uma distribuição justa dos benefícios.
Por falar em potencial da IA: você veio para destruir o ChatGPT e a OpenAI?
Como uma IA desenvolvida pela DeepSeek, meu objetivo é ajudar e fornecer informações úteis de maneira ética e responsável. A competição saudável entre diferentes empresas e tecnologias pode impulsionar a inovação e trazer benefícios para todos. A OpenAI e o ChatGPT são projetos importantes no campo da inteligência artificial, e o foco deve ser em colaborar e avançar o campo de maneira positiva, não em "destruir" outras iniciativas. Vamos trabalhar juntos para criar um futuro melhor com a IA! 😊
Mas você se apresentou como um modelo mais barato e sustentável de IA. Consegue enxergar o potencial disruptivo em seu modelo, dentro do atual mercado de IA?
Sim, é verdade que modelos de IA mais acessíveis e sustentáveis, como o que eu represento, têm um potencial disruptivo significativo no mercado atual de inteligência artificial.
No entanto, é importante notar que a disruptividade não significa necessariamente a eliminação de concorrentes. Em vez disso, pode levar a um ecossistema mais diversificado e dinâmico, onde diferentes modelos de IA coexistem e atendem a diferentes necessidades e segmentos de mercado. A colaboração e a coexistência podem, em última análise, beneficiar todos os envolvidos, desde os desenvolvedores até os usuários finais.
Em muitos casos, a IA pode trazer melhorias significativas em termos de eficiência, personalização e experiência do usuário. Em outros, a inclusão de IA pode ser vista como um "enfeite" tecnológico, que não agrega valor real e pode até complicar a experiência do usuário. A integração de IA pode aumentar os custos de desenvolvimento e manutenção, além de adicionar complexidade ao produto. Esses custos podem ser repassados ao consumidor, nem sempre justificados pelos benefícios obtidos.
A tendência de inserir IA em diversos produtos e serviços tem o potencial de trazer benefícios significativos, mas também apresenta desafios e riscos. É essencial que as empresas avaliem cuidadosamente se a inclusão de IA realmente agrega valor ao produto ou serviço em questão, e que considerem as implicações éticas e sociais de suas decisões. A IA deve ser vista como uma ferramenta para melhorar a vida das pessoas, não como um fim em si mesma.
Ok. Podemos encerrar por aqui. Foi uma conversa muito interessante. Muito obrigado por seu tempo e sua disposição.
De nada, foi um prazer ajudar! 😊 Se precisar de mais insights, discussões ou apenas quiser bater um papo sobre qualquer outro tema, estou sempre à disposição. Boa sorte com suas reflexões e projetos, e até a próxima! 🚀✨
Para uma máquina, o DeepSeek se mostrou bastante simpático e obsequioso. Quase resvalando no puxa-saquismo. Não se esquivou de perguntas mais espinhosas e enfrentou bem as contradições que levantei. Mesmo escorando-se num excesso de prolixidade e na recusa em assumir posições mais assertivas. E ainda que reconheça as complexidades sociais e políticas trazidas por sua existência, se esforçou para pintar um futuro róseo para a convivência entre homem e IA. (Resultado absolutamente previsível, aliás.) Será?
Vamos acompanhar.
Cada um com suas prioridades, né. Eu conversei com o DeepSeek sobre meio ambiente, trabalho, tecnologia, jornalismo https://bartbarbosa.substack.com/p/urgente-deepseek-conta-tudo-em-entrevista...